Hoje faz anos a minha nora Ana Margarida Albuquerque.
E amanhã faz anos o meu filho Joaquim Miguel.
O casalinho está unido até nas datas de aniversário. Que bom!...
Oxalá que sejam ambos muito felizes hoje, amanhã e sempre.
Ana:
Amanhã estaremos todos juntos e nós dar-lhe-emos todos os abraços e beijos que você merecia hoje.
Amanhã também lhe darei uma prendinha singela que tenho aqui guardada para si.
Meus queridos filhos:
Descansem, divirtam-se e sejam felizes.
Até amanhã.
Quim, Graça e Joana
sexta-feira, agosto 31, 2007
quinta-feira, agosto 16, 2007
Aniversário
Hoje fez 44 anos o Francisco Lapa.
Ele encontra-se de férias na praia da Figueira da Foz, juntamente com a mãe (D. Lurdes) e com a irmã (Rosa).
Ele veio almoçar connosco (Quim e Graça) e, depois, fomos os três passear e fazer algumas compras.
Aqui fica este registo simples da efeméride, para a lembrar a todos os que (ainda) queiram dirigir algumas palavras ao aniversariante.
Parabéns, Francisco.
Quanto à prenda que tu esperas receber, ela não chegou até ao dia de hoje. Mas, fazemos votos de que ela chegue em breve.
Um grande abraço de nós todos.
Ele encontra-se de férias na praia da Figueira da Foz, juntamente com a mãe (D. Lurdes) e com a irmã (Rosa).
Ele veio almoçar connosco (Quim e Graça) e, depois, fomos os três passear e fazer algumas compras.
Aqui fica este registo simples da efeméride, para a lembrar a todos os que (ainda) queiram dirigir algumas palavras ao aniversariante.
Parabéns, Francisco.
Quanto à prenda que tu esperas receber, ela não chegou até ao dia de hoje. Mas, fazemos votos de que ela chegue em breve.
Um grande abraço de nós todos.
terça-feira, agosto 07, 2007
Eu blogo, logo existo
Vim só dizer que estou presente. Não tenho contribuído muito para a cavaqueira, ou bate-papo, para usar um termo brasileiro, já que boa parte dos participantes neste blog usam o bem condimentado, balançado e ritmado português da América do Sul.
Na verdade eu e a Cristina vimos frequentemente fazer aqui uma visita, porém não temos deixado comentários apenas porque os últimos posts eram da esfera familiar, em que apesar de tudo nos sentimos à vontade.
Agora o tema abordado há já algum tempo, do pudor em veicular os nossos sentimentos publicamente, convida-me a dizer que o problema é outro, é simplesmente a incapacidade de estabelecer laços com o seu semelhante. Será que quem tem esse pudor consegue transmitir sentimentos a alguém? Se consegue, a partir de que grau de intimidade é que isso lhes parece impudico?
Ainda tendo em conta que uma parte da família é brasileira, talvez caiba dizer que segundo nós, os portugueses, os brasileiros são muito mais comunicativos, calorosos e extrovertidos ao ponto de ter ouvido a alguém dizer que os brasileiros são portugueses com açúcar. De nós, dizemos apenas que somos de brandos costumes, mas o que acaba por ser a assunção da falta de calor nas nossas relações.
Não consigo conceber uma portuguesa de meia-idade a atender-me atrás de um balcão e a tratar-me por "meu quirido", a mim, que pelo menos estatisticamente, já passei também a meia-idade, e confesso que tive que me sintonizar para entender que se tratava de um tratamento social, embora pleno de simpatia e afecto.
Até podemos ser afectuosos e gostamos de dizer isso de nós, enquanto povo, mas temos vergonha disso individualmente. Pegue-se num português afectuoso e simpático e coloque-se-o atrás de um volante de automóvel ou atrás de um balcão de uma repartição pública, de preferência de uma repartição de finanças, e o mais certo é ficarmos em presença de uma besta-quadrada. A última pessoa em Portugal a que um leigo em fiscalidade deve dirigir-se para pedir uma informação, é justamente a um funcionário de uma repartição de finanças se ele estiver a exercer a sua actividade, porque se for à mesa do café ele dar-nos-á uma seca (virará um pucha-saco) com tanta solicitude.
Talvez seja fácil concluir que o pudor em mostrar os nossos sentimentos e afectos seja apenas uma fraqueza de quem confunde firmeza de carácter com desumanidade e simpatia com subserviência.
Mas nós não. Já não basta pensar, é preciso comunicar: Eu blogo, logo existo.
Um abraço meus "quiridos".
P.S.:
Apeteceu-me oferecer-vos esta música muito singela mas de que gosto muito:
Na verdade eu e a Cristina vimos frequentemente fazer aqui uma visita, porém não temos deixado comentários apenas porque os últimos posts eram da esfera familiar, em que apesar de tudo nos sentimos à vontade.
Agora o tema abordado há já algum tempo, do pudor em veicular os nossos sentimentos publicamente, convida-me a dizer que o problema é outro, é simplesmente a incapacidade de estabelecer laços com o seu semelhante. Será que quem tem esse pudor consegue transmitir sentimentos a alguém? Se consegue, a partir de que grau de intimidade é que isso lhes parece impudico?
Ainda tendo em conta que uma parte da família é brasileira, talvez caiba dizer que segundo nós, os portugueses, os brasileiros são muito mais comunicativos, calorosos e extrovertidos ao ponto de ter ouvido a alguém dizer que os brasileiros são portugueses com açúcar. De nós, dizemos apenas que somos de brandos costumes, mas o que acaba por ser a assunção da falta de calor nas nossas relações.
Não consigo conceber uma portuguesa de meia-idade a atender-me atrás de um balcão e a tratar-me por "meu quirido", a mim, que pelo menos estatisticamente, já passei também a meia-idade, e confesso que tive que me sintonizar para entender que se tratava de um tratamento social, embora pleno de simpatia e afecto.
Até podemos ser afectuosos e gostamos de dizer isso de nós, enquanto povo, mas temos vergonha disso individualmente. Pegue-se num português afectuoso e simpático e coloque-se-o atrás de um volante de automóvel ou atrás de um balcão de uma repartição pública, de preferência de uma repartição de finanças, e o mais certo é ficarmos em presença de uma besta-quadrada. A última pessoa em Portugal a que um leigo em fiscalidade deve dirigir-se para pedir uma informação, é justamente a um funcionário de uma repartição de finanças se ele estiver a exercer a sua actividade, porque se for à mesa do café ele dar-nos-á uma seca (virará um pucha-saco) com tanta solicitude.
Talvez seja fácil concluir que o pudor em mostrar os nossos sentimentos e afectos seja apenas uma fraqueza de quem confunde firmeza de carácter com desumanidade e simpatia com subserviência.
Mas nós não. Já não basta pensar, é preciso comunicar: Eu blogo, logo existo.
Um abraço meus "quiridos".
P.S.:
Apeteceu-me oferecer-vos esta música muito singela mas de que gosto muito:
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