terça-feira, maio 31, 2005
Parabéns, Quim!
Diz-se que "mais vale tarde do que nunca"! Ora, apesar do teu dia de anos ir já bem avançado, queria dizer-te, nesta data, que te adoro (e a Graça não tem ciúmes, porque sabe que é verdade!). Adoro-te pela pessoa que és e que fazes os outros, que contigo lidam, ser. Não estranhes, portanto, que digamos que gostamos de ti e que nos fazes muita falta - és a nossa garantia de autencidade, de bondade, de verdade e de amizade.
Obrigado por seres meu amigo, por seres nosso amigo!
Um beijo
Rosária
Parabéns...
Parabéns!
PostScriptum: Tal como já tinha sido pedido, e na medida de enriquecer culturalmente este "blog", estou na disposição de partilhar convosco a frase enigmática que divulgarei posteriormente. Como 2005 é o "Ano Internacional da Física", escolhi a individulidade Austríaca de Albert Einstein para referir a citação:
"Deus não joga aos dados com o Universo."
Albert Einstein
Aniversário (agradecimento)
E já tenho uma bonita conta deles (já são 53).
Não me posso queixar da minha sorte. Quantos e quantos neste mundo ficaram pelo caminho antes de chegarem a esta idade?!... E, se calhar, com muito mais merecimento do que eu!...
As minhas prendas (para além dos vários livros de poesia que recebi) são as melhores que eu poderia ter:
- A minha esposa e os meus dois filhos;
- A família Gomes (de onde provenho);
- A família Lapa (em que me integrei); e
- Os meus amigos (que não são muitos, mas são muito bons).
Este «post» destina-se a agradecer, de uma forma geral, a todos os que escreveram textos muito bonitos nos blogs, que me mandaram mensagens de SMS ou que me telefonaram a dar-me os parabéns ou a perguntar-me pela minha saúde.
A todos vocês o meu agradecimento muito sincero.
Muito obrigado. Bem hajam.
Um grande abraço
Quim
Meu Marido
Encontrámo-nos aos 18 anos e nunca mais nos separámos.
Em breve faremos 27 anos de casados.
Refiro aqui estas datas não só porque sei que esqueces estes pormenores com muita facilidade, mas também porque – para mim – não são pormenores mas “pormaiores”, ou seja, são os marcos onde assenta a nossa vida.
Agradeço-te do coração por me teres escolhido para mãe dos teus filhos e, assim, me teres dado a oportunidade de viver, de conhecer e amar o melhor pai do mundo, o pai que todos gostariam de ter tido.
Não sei se a vida é algo que, em si mesma, valha a pena viver. Mas, aprendi contigo que nada há nela que seja completamente bom ou completamente mau. Sei também que, ao teu lado, os momentos difíceis se tornam mais suaves. Espero, por isso, viver a minha vida até ao fim sempre ao teu lado.
É com toda a ternura e toda a esperança que possa caber num coração que ama de verdade que hoje te desejo muitos anos de vida, com saúde, pois quero que estejas junto de mim para tornar mais leve o momento da minha partida.
De facto, como tantas vezes juntos concordámos, a vida não é senão um “entretanto” entre o nada que já fomos e o nada que uma dia seremos.
Beijos da tua mulher
Graça
Parabéns «Pappi»
É a primeira vez que escrevo no blog porque acho que não fui feita para escrever mas sim para analisar a escrita dos outros.
No entanto, vou escrever umas palavrinhas neste dia tão especial em que a avó Dina deu à luz o seu filho primogénito tão loirinho e tão fofinho! Parabéns também para ti avó! Este dia também é teu!!
Pappi, resumindo, quero agradecer-te pelas memórias que me vais deixando. Obrigada por me teres levantado sempre que as ondas do mar da praia de Mira chegavam aos meus pés. Lembras-te? Gosto muito de ti e quero que saibas que me sinto muito feliz por ter um pappi tão lindo e tão loirinho.
Beijinhos.
Joaninha
Feliz Aniversário
Podes não te ter apercebido, mas tiveste um grande impacto na vida de todos os que conheceste, de tal maneira que te considero o pai que nao tive mas sempre desejei ter. Se havia dúvidas da existência de Deus, forma logo postas de parte a partir do momento em que vieste ao mundo, pois nesse dia ocorreu um milagre, surgiu a pessoa perfeita, não fisicamente (que neste caso é irrelevante) mas a nível moral.
A tua simples presença mostrou que ainda há gente de bem, gente gloriosa e se não incentivaste os outros a tentarem ser tão grandes como tu, é porque essas pessoas não se aperceberam verdadeiramente da tua grandeza, mas há pelo menos uma pessoa que notou, que se apercebeu de ti, e que por fim mostrou a todo o mundo o significado da tua simples presença. Em nome de todos os que tiveram a felicidade de te conhecer, bom aniversário e não te eskeças: realiza-t, aproveita-t.
sábado, maio 28, 2005
Outra história do Natal
Sei que ainda não sabia falar o suficiente para reclamar o que era meu. E que me limitava a olhar sem perceber o que acontecia e porque acontecia.
A noite de Natal chegou.
E, como de costume, só na manhã seguinte teríamos o direito de saber o que nos tinha reservado o Menino Jesus.
Os meus irmãos mais velhos atravessaram o meu quarto – onde eu dormia na cama de grades – e correram para o quarto dos meus pais, cada um com um carro de plástico de cores diferentes.
Eu acordei e, ainda trôpega, comecei a descer com dificuldade por cima da grade da cama.
Era a minha vez de correr para a cozinha.
Durante estes minutos, ouvia claramente os meus irmãos a dizerem uns para os outros:
- A Graça é que teve sorte. Tem uma bola de futebol tão linda!...
Todos repetiam a mesma coisa.
Eu corri para a cozinha para ver o meu sapato. E constatei com espanto que eles tinham razão: - eu tinha a bola mais linda do mundo!
Abracei-me a ela. Não sei se era do tamanho da bola ou se era do meu contentamento. Só sei que não conseguia ver o caminho até ao quarto dos meus pais. Mas, a memória conduziu-me até eles. E quando lá cheguei, pousei a bola em cima da cama como se tivesse pousado o mundo. O mundo era meu!...
Com tristeza posso afirmar aqui hoje: - foi a primeira vez que lhe peguei e também deve ter sido a última!
O que é que aconteceu? Qual era o sentido verdadeiro do meu presente tão lindo?...
É que o meu pai (compreendi-o mais tarde) não podia comprar uma bola para cada um dos três filhos. E como não sabia a qual deles atribuir esta – pois isso provocaria um conflito de interesses e era motivo para o dono da bola se vingar de qualquer irmão e não o deixar brincar com ela – a bola foi dada a quem não podia dar-lhe uso, mas apenas e tão-só admirá-la.
Na minha inocência, percebi naquele dia de Natal que o verdadeiro dono da bola era o meu pai quando este declarou:
- Agora, quem manda na bola sou eu porque a menina, afinal, não precisa dela.
Não tenho palavras para descrever o primeiro momento de plena infelicidade que vivi na minha vida. O que era meu deixou de o ser! O mais belo deu lugar ao absolutamente nada!...
Isto foi o que eu senti. E, embora não o soubesse expressar nessa altura, ficou para sempre gravado na minha memória depois de o meu pai ter respondido a esta pergunta do meu irmão mais velho:
- Porque é que o Menino Jesus deu a bola à Graça (uma menina)?
A resposta do meu pai foi clara:
- Porque ela foi, de todos vocês, a que se portou melhor durante o ano.
Justificada a atitude, aparentemente desconexa, do Menino Jesus, o pensamento repetia-me sem que eu tivesse capacidade de dizê-lo alto: “Então como é que, sendo eu a que me portei melhor, e tendo recebido o melhor presente, acabei por não ter absolutamente nada?”
Ainda hoje sonho com esta amargura de ter alguma coisa e de ma tirarem. Talvez isso explique o amor que eu sinto por tudo quanto é meu e a dificuldade que tenho em dar o que me pertence. Isso caracteriza a minha personalidade: - o apego ou amor que tenho ao que é meu; e a ausência total de inveja dos outros em relação ao que lhes pertence.
Aliás, quero recordar aqui o que já é do conhecimento de alguns: - a primeira palavra que o meu filho Miguel disse foi a palavra “Meu”.
Quem pensa que as crianças – por serem pequenas – não sofrem porque não entendem, e que não ficam marcadas com as suas experiências, está completamente enganado. São experiências ainda mais dolorosas e mais marcantes aquelas que não conseguimos compreender.
Ao educar os meus filhos, eu tive sempre o cuidado de lhes explicar porque agia deste ou daquele modo porque sabia bem que eles me compreendiam. [14]
terça-feira, maio 24, 2005
Rosária e Carlos
É este o caso da Rosária e do seu marido Carlos.
Ela é professora de filosofia, foi colega da Graça desde os bancos da Faculdade, e é uma amiga fiel e dedicada há mais de 30 anos.
Trata-se de uma pessoa de grande bondade e altruísmo, uma vez que está sempre pronta (às vezes com prejuízo dela própria e da sua família) para ajudar todos os que precisam dela.
Também o Carlos é uma pessoa de grande compreensão e tolerância que nos honra com a sua simpatia e amizade há muitos anos.
Por isso, eu convidei-os a escreverem aqui alguma coisa (sobre qualquer tema que achassem oportuno e interessante).
Estou certo de que todos os membros deste blog poderão aproveitar muito com os seus conhecimentos, com a sua maneira de ser e com a partilha da sua amizade.
Espero que este convívio seja enriquecedor para eles e para todos nós.
Aqui fica um grande abraço de boas-vindas para eles.
sábado, maio 21, 2005
Uma história do Natal
Uma caneta destas era coisa rara porque as canetas de pau e aparo sujavam os dedos e a pedra-pomes era áspera e dolorosa.
A caneta de tinta permanente era, pois, um presente muito apreciado.
Chegou a noite de Natal.
E, antes de nos deitarmos, havia algo que era «sagrado»: - todos corriam com o coração ansioso a porem os seus sapatos na banca a cujo canto estava o forno de cozer a broa.
Feito isto, a ordem era de irmos todos para a cama. E, por maiores que fossem as nossas expectativas, não tardávamos a cair no sono.
Mas, o Jorge sonhava com a sua bonita caneta de tinta permanente. E hoje sei que ele foi o primeiro a acordar e a ir ver o seu presente.
Mas, ao chegar ali… Desilusão!... Espanto!... A “sua” caneta de tinta permanente não estava nos seus sapatos, mas sim nos do Vítor!... Tinha sido, de certeza, um engano do Menino Jesus!...
Por isso, sem que ninguém desse conta do sucedido, o Jorge resolveu fazer a troca “justiceira”. O seu irmão mais velho nunca tinha pedido ao Menino Jesus uma caneta de tinta permanente. Por isso…
Mal a troca acabou de ser feita, já a cozinha era invadida pelas outras crianças, todas elas com os corações ansiosos.
E, como era habitual, cada uma delas correu para os respectivos sapatos.
Desembrulhadas as prendas, era também «sagrado» o ritual de irem todos a correr até ao quarto dos pais, a informar estes da prenda que o Menino Jesus lhes trouxera.
Quando o Jorge mostrou a sua linda caneta com uma tonalidade verde, ele reparou que os pais se entreolharam admirados... E teve mesmo a impressão de que o «engano» do Menino Jesus se devia a um qualquer erro da minha mãe.
É que ele ouviu o meu pai a dirigir-se à minha mãe e a perguntar a esta:
- Ó Lurdes, tens a certeza de que não te enganaste a pôr as prendas nos sapatos?
Até agora, o Jorge manteve esta história em segredo.
E ainda hoje continua sem saber explicar o que naquela altura foi pior para ele: - ou o saber que a caneta que pedira ao Menino Jesus não era, afinal, para ele; ou a descoberta de que... não era o Menino Jesus que trazia as prendas às crianças!!!...
Esta história mostra que a inocência de uma criança – ao pretender emendar aquele «engano» do Menino Jesus – acabou por tornar justa uma atitude dos pais que era apenas lógica (o filho mais velho é aquele que deve ter primeiro uma caneta de tinta permanente).
Ou, por outras palavras, o Menino Jesus pôs e a criança dispôs… [13]
Aniversário
Para a Sónia Catarina (filha da Rosa Lapa):
De Joaquim Gomes (tio)
Olá querida:
Sei que tu fazes hoje 16 aninhos.
É uma linda idade para uma menina também muito linda!
Espero que tenhas um dia de anos muito feliz, que tenhas boas prendas, que o jantar com os teus amigos corra muito bem, e que este dia se repita por muitos anos, sempre com saúde e com a alegria que nós te conhecemos.
Muitos beijinhos do tio, da tia e dos primos
Tio Quim
quinta-feira, maio 12, 2005
O meu pai voltou a falar comigo
Bem haja, Regina.
Você fez-me recordar o «burrinho» natalício que um dia veio do Brasil e que ainda deve estar guardado num qualquer recanto da casa de meus pais.
O que eu não sabia era que o meu pai, bem ao seu jeito, tinha feito um poema a esse postal de boas festas.
Ao reler todos estes poemas, eu "senti o meu pai junto de mim".
Isso foi para mim uma experiência emocionante, muitíssimo boa, já que - quando eu estou junto do meu pai - "o sinto muito distante de mim", por causa da sua doença de Alzheimer! O seu olhar distante e perdido apenas nos diz que vive, mas que o Mundo já não tem para ele nem significado nem sentido.
Obrigada por me ter permitido "ouvir" de novo o meu pai.
Ele e os seus conselhos fazem-me muita falta.
Um beijo infinito desta prima que aprendeu a gostar tanto de si
Graça
quarta-feira, maio 11, 2005
Recordações de Portugal
terça-feira, maio 10, 2005
Celebração
É um dos seus poemas escritos em Portugal nos anos de 1998, 1999 e 2000.
O poema trata da nossa querida cidade de Coimbra.
Por isso, ele parece-me apropriado para fazer a ligação afectiva que existe entre nós e que está unindo as cidades de Coimbra (Portugal) e de São Paulo (Brasil).
Coimbra
Calmo é o espanto da cara
a faca inerte que corta o dia
a poesia do dia.
Parco é o instante que morre
o ausente pressentir o nada
o tempo do nada.
Pouca é a palavra que finda
a boca que cala o lábio
o contorno do lábio.
Por estas ruas
ouço Coimbra a morrer em mim
poeta que sou de outra terra
e que estende o olhar possível
essa ave nos arcos
nas pedras
essa água desse rio que me lava
rio que me leva.
Não é tudo despir-me
como se a orar-me por dentro
por esta santa Clara
por esta Isabel de rosas vermelhas
por esta Inês de face branca
que por não ser santa é mulher.
Por este ausentar-me de mim
como se assim pudesse viver
pudesse viver.
Por estas ruas me perco
e assim será para sempre
para que me faça
à janela que me abre ao sol
ao abraço
dessa mulher que me dá adeus
que me dá adeus.
segunda-feira, maio 09, 2005
OLHA EU AQUI
Tenho que contar a todos os colaboradores deste blog o porque de minha euforia.
Pessoal depois de muito esforço e de muitas tentativas eu, o Quim e o Luis conseguimos dar um jeito para que eu escrever um post no blog da família.
Eu to até emocionada, juro o esforço valeu à pena.
Mas recebi orientações para escrever pouquinho da primeira vez, então pessoal essa minha primeira estada no blog foi só pra testar.
Se tudo der certo estarei postando todos os finais de semana com novidades e histórias minhas para contar a todos que visitam o blog.
Por hora é só senão o Quim briga comigo.
Bjs a todos
Regina (Brasil)
sexta-feira, maio 06, 2005
Como "postar"?
1.O utilizador NÃO se deve dirigir imediatamente ao "blog", deve sim, ir a www.blogger.com
2.Nesta página inicial deverão ver, no canto superior direito, dois campos de texto: «username» e «password»
3.No campo de «username» deverão digitar o nome de utilizador do blog (por exemplo, «deophanto»)
4.No campo de «password» deverão digitar a palavra passe correspondente
5.Depois de clickarem em «Sign In», deverá aparecer o «Dashboard» no qual deverão constar os "blogs" em que estão inscritos
6.Ao lado do nome dos blogs, estará situada uma cruz verde que dirá «New Post», basta clickar para aceder ao editor de texto
7.Depois de escrito o título do "post" e o texto em si, clickar em «Publish Post» (no final da página) é o quanto basta para o "post" seguir direitinho para o nosso "blog"
Espero que todos tenham percebido como fazer "posts", o nosso "blog" fica muito pobre só com "comments". Falando nisso, gostaria, uma vez mais de deixar aqui um solene agradecimento por este "alargamento" e pelos acolhedores "comments" com os quais me brindaram nesta entrada para o "blog": obrigado!
PostScriptum: Os vossos “posts”, repito, são essenciais e um grande contributo para este “blog”. Agora que já sabem como se faz, “postem”! Só para ficar esclarecido, apesar das diferenças gramaticais e semânticas entre o Português de Portugal e o do Brasil, o meu nome, como o de todos, é universal. Esclareço então: Luís Correia.
quinta-feira, maio 05, 2005
Nova Aquisição
É com grande prazer que me endereço a vós. Como comunicado anteriormente pelo nosso grande Administrador, ele que dirige este (agora) nosso "ponto de encontro", há hoje mais um a participar no blog. Esta nova aquisição nada teria de tão especial senão essa pequena/grande diferença que me separa (por vezes, aproxima) de vós. A entrada de um "não-Lapa" como "postador" é um enorme salto na caminhada do sucesso deste Web Log, estou certo. Certo estou também de que este irá ser um incentivo fortíssimo para todos os contribuintes do mesmo e que surgirão novos "posts", cada vez com mais companheirismo, amizade e fraternidade para com todos. Hoje, agradeço a todos os que puderam tornar isto possível: eles sabem quem são, e sabem o que são para mim.
"Despeço-me com amizade", até ao próximo "post"...
PostScriptum: Que este "post" vos sirva de exemplo para futuras referências. Mais uma vez, obrigado.
Amigos
Alguns deles escreveram um post, mas fizeram-no só uma ou duas vezes.
Outros limitaram-se até agora a escrever pequenos comentários aos posts que são escritos por outras pessoas.
Sendo assim, parece-me que chegou a altura de eu convidar também alguns amigos a escreverem aqui alguma coisa, para ver se fica mais interessante o nosso blog.
É o caso de uma pessoa que me manifestou expressamente o seu interesse em escrever aqui alguns textos.
Trata-se do Luís Miguel Silva Correia, o filho da nossa empregada e amiga (D. Isabel), que é estudante, que sabe bastante de computadores, e que já apareceu neste blog em algumas fotografias.
É possível que - para além dele - surjam aqui outros amigos nossos a escreverem alguma coisa.
Isto é um lugar de convívio entre familiares.
Mas, a verdade é que certos amigos são como pessoas da família.
Por isso, é justo que este convívio seja alargado também a eles.
Disso resultarão, por certo, benefícios para todos.
Por agora, resta-me dar as boas vindas a este novo membro e desejar que ele nos traga até aqui muitas coisas interessantes.
P.S. - Tendo em conta esta nova faceta do blog, eu já alterei o subtítulo do nesmo blog (como podem verificar no cimo da página), incluindo nele também os amigos da família «Lapa».
Quim