Obrigada pelas suas sentidas e genuínas palavras a propósito do meu aniversário.
Fiz uma selecção e escolhi algumas fotografias da Ilha da Madeira, cujo clima, vegetação luxuriante e paisagens de perder o fôlego nos encantaram.
Desfrute também.
Blog destinado a unir todos os membros da família «Lapa», e também os seus parentes, afins e amigos, onde quer que eles se encontrem.

O texto em anexo representa uma pequena surpresa que eu fiz para o Miguel e para o dia mágico do nosso casamento... Estava preparada para ser protagonizada por dois "actores" amigos que adiaram tanto a sua proclamação que poucos tiveram oportunidade de conhecê-la... Por isso, aqui fica o seu registo para que todos possam desfrutar dela!
Reza assim:
- A Anita? Onde está a Anita? Viste a Anita? Ouvi dizer que vai casar! A Anita vai casar! A Anita vai casar, acreditas?!
- Lembro-me de a ouvir falar do livro “A Dama das camélias” que ele deixou intencionalmente na caixa de correio dela Viseense…
- Parece que o noivo, entre notas e pautas musicais, arranjava pretexto para a ver… Soube mais tarde que a levou ao caramulinho de onde a vista é bela, pacífica e infinita… E o pedido de namoro aconteceu, via telemóvel, com os protagonistas dentro da mesma casa mas em divisões diferentes… O calor emanado no concurso internacional de jovens pianistas, organizado por uma excelência aqui presente, permitiu que as suas mãos se entrelaçassem, até hoje…
-Ouvi dizer que o noivo é jurista, além de pianista… Ela chama-o orgulhosamente de jurista musical pois parece que ele toca piano e fala francês… E sabias que estudou em Paris onde, a "trote" da cunhada, a levou e a encantou?
E eu ainda a não acreditar que a Anita vai casar!...
- Lembro-me de a ouvir falar como Lamego tinha outro encanto quando ele a visitava, como o frio se atenuava e o castelo acenava à sua chegada... Como a Régua se curvava e o Douro festejava! Lembro-me do susto com uma roda desgovernada, em Castro daire, e de como ele voou socorrendo-a, qual príncipe em busca de uma princesa frágil… De como ele ficou "stressado" quando ela foi perseguida por um lamecense louco e lho disse, via telemóvel, em directo e a cores…
- Ri-me sem parar quando soube que os senhorios dela trancaram, com malediciência, a porta de um quarto onde, por coincidência, ele tinha os códigos e um fato para um casamento iminente de alguém aqui presente…
- Sei como ele lhe atura os caprichos e como é sensato e tolerante… A futura sogra dela costuma dizer, com os olhos de mãe a brilhar, que quando ele fala deve procurar-se num ápice um papel e uma caneta…
- Ela seguiu atenta o percurso dele: como amiga, viveu a doença tirana e a sua entrada em Direito (que ele lhe divulgou em 1ª mão); como namorada, a obtenção gloriosa do diploma superior de ensino de piano, o términus do curso de Direito e a entrada turbulenta na vida profissional…
- Ele viveu em pleno as angústias da profissão dela… Aconselhou-a e mimou-a na dose certa. Amparou e incentivou. Acompanhou as mudanças de cidades, de casas e de sintomas… Filmou incansavelmente a estreia de “Geraldina, a borboleta medrosa” e divulgou o livro dela como se dele fosse…
- Por isso, e apesar da surpresa da Anita ir casar, eu não poderia estar mais radiante: A Anita vai casar! A Anita vai casar!
- Se a virem, sorriam infinitamente. Nessa hora mágica ela estará feliz. Imensamente. Infinitamente. Sempre. E para sempre.
Ana Albuquerque
Dezembro de 2006

Hoje, pelas 17 horas, teve lugar o lançamento do livro infantil «Geraldina - A Borboleta Medrosa».
Esse lançamento ocorreu ao ar livre no famoso parque infantil de Coimbra que tem o nome de «Portugal dos Pequenitos» e que pertence à Fundação Bissaya Barreto.
No local estiveram presentes muitas crianças acompanhadas pelos seus pais.
Foram lidos vários excertos da história, acompanhados por música a condizer.
No final, a autora do texto e a ilustradora deram uma sessão de autógrafos.
Porque é que o acontecimento em causa merece uma referência neste blog?
A razão é só esta:
A autora do texto é a Ana Margarida Albuquerque - a namorada do meu filho Joaquim Miguel.
Este é o primeiro livro da Ana.
Mas, já dá para ver que ela tem um imenso jeito para comunicar com as crianças.
Assim, ficam aqui os votos de que o livro tenha muito sucesso junto do público infantil e que a Ana tenha oportunidade de escrever outros livros, para continuar a deliciar-nos com as histórias que inventa.
Muitas felicidades para ela.