segunda-feira, setembro 19, 2005

UNIVERSIDADE

No presente ano lectivo (2005-2006), há mais dois membros da família Lapa que deram entrada na Universidade de Coimbra.

São eles:
- o José Afonso da Cruz Alves (filho da Rosa Lapa e do José Alves);
- e a Ana Salomé de Sousa Lapa (filha do Henrique Lapa e da Alice).

O José Afonso (Zeca) está no curso de Engenharia Informática, da Faculdade de Ciências e Tecnologia.
E a Salomé está no curso de Serviço Social, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação.

Muitos parabéns aos novos estudantes universitários.
Esperamos que eles tenham muitos êxitos (e que também se divirtam bastante) na vida académica que agora começa.

domingo, setembro 18, 2005

Fotografias no Blog... É tão fácil!

Regina:

Está tudo de saúde por aí?
Esperamos que sim.
Por aqui, as coisas vão correndo menos mal (uns dias melhor e outros dias pior).

Este «post» destina-se a informar você de que agora há uma maneira muito simples de pôr fotografias no nosso blog.
Só há poucos dias é que eu soube disso.
Já não é preciso o tal programa Hello (que era um pouco complicado).
O Blogger faz tudo, faz muito melhor e faz de forma muito simples.

É assim:

Você vê o quadro em que costuma escrever os seus «posts»?
Nos ícones que estão ao cimo, vê uma pequena foto à direita?
Se você puser lá o cursor, aparece escrito «add image» (adicionar imagem).
Clicar em cima desse ícone.
Abre-se um quadro que diz «add an image from your computer».
Clicar em «Procurar».
Se você carregar em «add another image» aparece várias vezes o «Procurar» (cada um dá para pôr uma fotografia diferente).
Você vai buscar a fotografia (ou fotografias) ao sítio do computador em que ela está guardada.
Escolhe o «layout» (para ela ficar à esquerda, ao centro ou à direita).
E faz «upload image» (carregar a imagem).
A imagem vem ter ao mesmo quadro em que você costuma escrever.
Passados breves momentos, você já pode vê-la nesse quadro.
Depois, é só acrescentar aí alguma legenda explicativa.
Por fim, carregar em «Publish post» (a vermelho).

E já está.
Como vê, é muito fácil.
Cá ficamos à espera de ver no blog algumas fotografias do maravilhoso Brasil e da nossa família daí.
Abraços e beijos para vocês todos da família de Portugal.

domingo, setembro 11, 2005

Google earth


O Google earth é uma ferramenta poderosa que permite ver a terra via satélite.
Com uns minutos de atenção captei a casa do tio Jorge! Ele que confirme ou desminta!

quarta-feira, setembro 07, 2005

Aniversário

Hoje faz anos a minha querida amiga Cristina Machado.
Desnecessário será dizer até onde e quanto me enche de alegria e de serena tranquilidade esta profunda amizade.
Nela repouso, porque me sinto mais protegida.
Nela me espanto, porque convivo continuamente com uma profunda inteligência e uma perspicácia admiráveis.
Por vezes nela sofro, porque me traz um sentimento, o sentimento humaníssimo do contraste: - alegramo-nos e sofremos juntas.
Afinal, esta é a essência da vida.
Quem ler este «post» pensará que amizades deste «tamanho», ou melhor, estas «irmandades», só podem ter nascido nos bancos da escola.
Realmente, quem assim pensa não está nem completamente certo nem completamente errado, porque é verdade que é na escola que se comunga o sofrimento e a alegria quando se é jovem. E nessa comunhão enraízam fortemente as amizades, especialmente aquelas que nem a morte separa.
Porém, esta amizade nasceu na escola José Falcão, não propriamente na sala de aula mas na sala dos professores, ou melhor, nas cadeiras do gabinete de filosofia desta mesma escola.
É que aí, como nas aulas, também se partilha o sofrimento e a traição.
Só uma amizade verdadeira nos alerta. Só a inteligência de uma Razão justa e atenta é capaz de nos consciencializar dos precipícios escavados pela inveja e pela maldade gratuita daqueles que «são ricos de espírito».
Do grupo de professores de filosofia desta escola, pântano imundo, emergiu para mim um bela flor, um nenúfar tão puro na sua brancura como na sua essência.
É esta amizade que eu agradeço a Deus: - «Ele sabe mais o que me há-de dar do que eu sei o que Lhe hei-de pedir».
Para a Cristina, eu não preciso de dizer o que ela é para mim. Nem sequer o que lhe desejo como mulher, como mãe, como esposa, como professora. Enfim, como ser humano.
Ela já o sabe.
Apenas queria dizer-lhe que está sempre presente em mim, e que com ela partilho todos os meus pensamentos, mesmo os menos sensatos (ela tudo aceita e compreende).
Queria dizer-lhe também que dialogo continuamente com ela, sempre que necessito, mesmo quando o telefone não toca, mesmo quando o trabalho nos distancia fisicamente.
Eu sei que ela está sempre aí, ao estender da mão, ou seja, sempre disponível, mesmo quando não faço ideia em que lugar se encontra.
Aqui fica, minha amiga, para além dos parabéns pelos teus 41 anos, um pouco do muito que eu gostaria de te dizer mas que não sei como fazê-lo, a não ser pelo silêncio.

Um beijo muito grande desta tua amiga que nunca te esquece,


Graça Lapa

segunda-feira, setembro 05, 2005

Aniversário

Olá Paulinha:

A família de Portugal deseja que este dia de aniversário seja muito feliz para ti.
E faz votos de que ele se repita por muitos anos, sempre com saúde e com alegria, na companhia dos teus pais (Sérgio e Rosângela), do teu irmão (Lucas), do bebé (menino ou menina) que está para chegar, da tua família brasileira (avós, tios, primos) e de todos os teus amigos.

Um grande abraço de nós todos para vocês e, neste dia, especialmente para ti.


P A R A B É N S !

F E L I C I D A D E S !

sexta-feira, setembro 02, 2005

P A R A B E N S !

O Manuel a Cristina e a Inês vêm dar os parabéns ao Miguel e à Ana pelo seu aniversário, com votos de muitas felicidades e muitos anos de vida.
PARABENS !

quinta-feira, setembro 01, 2005

Membro caloiro!

É com enorme prazer que me deixo envolver na onda de amizade da família Lapa e amigos...

Sempre acreditei muito nas palavras e na sua força curativa, protectora, encorajadora, amiga, solidária. Elas emocionam-nos, sensibilizam-nos, abraçam-nos infinitamente e dão-nos uma companhia inigualável (que podemos rever quantas vezes desejarmos).
Este blog é um hino ao poder das palavras e é delicioso apercebermo-nos do seu resultado. Parabéns, uma vez mais, ao seu fundador (que tanto admiro!).

Aproveito a oportunidade de membro ainda "caloiro" para agradecer as palavras ternurentas de parabéns que recebi. Ontem, à meia-noite, passei o testemunho ao Miguel e hoje o dia é dele!

Brindo a nós e a um futuro repleto de emoções positivas (porque afinal, e torno público, quero tê-lo a meu lado para sempre!)

Um beijo doce para todos os membros,

Ana Albuquerque

Aniversário

Hoje faz 26 anos o nosso Joaquim Miguel.
Ontem fez anos a namorada dele (a Ana Margarida Albuquerque).
Eles estão juntos até nas datas de aniversário!...


Este dia 1 de Setembro calhou a uma quinta-feira.
Por isso, é interessante recordar aqui o poema de João de Deus («Dia de Anos») que se refere exactamente aos 26 anos e a uma quinta-feira.
Porém, não se escreve aqui esse poema porque o mesmo - ligeiramente adaptado - já consta deste blog (ver o «post» do José Alves - «jotria» - de 05/01/2005).


Meu querido filho:


Os teus pais, a tua irmã, e todos os teus familiares e amigos desejam que tenhas um dia de aniversário muito feliz, que ele se repita por muitos anos, e que tenhas sempre muita saúde, alegria, paz, amor e amizade de todos os que te rodeiam.

Muitos abraços e beijos de nós todos.


P A R A B É N S ! ! !

quarta-feira, agosto 31, 2005

Aniversário

Hoje faz anos a Ana Margarida Albuquerque.
Para quem não a conhece, informo que se trata da namorada do Joaquim Miguel e autora do livro infantil «Geraldina, a Borboleta Medrosa» (ver o post de 21 de Junho de 2005).

Ana:

Esperamos que este dia esteja a ser muito feliz para si e para a sua família, que ele se repita por muitos anos, e que nunca lhe faltem a saúde, a alegria, o amor e a amizade de todos os que lhe são queridos.

Muitos beijinhos de nós todos.


P A R A B É N S !!!

domingo, agosto 28, 2005

A pergunta

Sempre tive dificuldade com as perguntas simples. Quando julgo saber razoavelmente de alguma coisa gosto de perguntas que me permitam ganhar tempo até chegar ao essencial, mas quando me fazem uma pergunta simples eu tenho que partir logo do essencial. Costuma acontecer assim com as perguntas das crianças.
A maior parte das vezes demoro tanto tempo a seleccionar o essencial que o meu interlocutor responde por mim, como foi este o caso.
Raras vezes ouvi conversas sobre a validade ou a simples justificação da guerra colonial entre os soldados com quem convivi. Nos meus textos do blog refiro as únicas frases de que me lembro. E são tudo perguntas simples que requerem respostas sobre o essencial.
Neste caso, numa das primeiras operações no mato, um cabo do meu grupo-de-combate, que eu tinha como alguém que não se perguntava sobre coisa nenhuma, fez-me a pergunta – a pergunta na negativa, como se soubesse qual era a minha opinião. Mas levei uma eternidade a responder, pela minha cabeça foram-se desfolhando argumentos contraditórios como era cada vez mais contraditória a minha situação naquela guerra.
Pensando bem, não era sequer uma pergunta, era uma constatação e eu não me lembro de lhe ter respondido, senão com um silêncio cúmplice, só me lembro bem da constelação do Cruzeiro do Sul a mostrar-me que eu estava no hemisfério errado.

Ver texto original aqui.

quarta-feira, agosto 24, 2005

Lugares da Memória (1)


Há gente no Brasil que conhece bem esta casa de Coimbra
porque trabalhou nela há muitos anos.
Quem será?... Posted by Picasa

Requiem pelo Vale de Canas

Fui feliz no Vale de Canas. Fiz lá uma promessa de amor. Anos depois da promessa cumprida fui lá mostrar o resultado.

Fui lá algumas vezes só para ouvir as árvores e ver a ternura do musgo sobre as pedras. Por vezes pareceu-me que uma voz me sussurrou qualquer coisa e dei por mim a juntar palavras como quem faz um poema.

Lembro-me de ter ensinado os perfumes do canteiro de ervas aromáticas á minha promessa de amor que me acompanhava de braço no ar para chegar aos meus dedos. O cheiro metálico, assim como um dia de chuva, mas mais alegre é o limonete; o cheiro fumado a lembrar as tardes de Outono, mas mais doce, é o alecrim; o cheiro floral mas muito suave, como o sol da manhã, é a lavanda… e ela a rir-se como fazem todas as promessas de amor quando ouvem os pais dizerem disparates!

Por isso é que estou de luto.

Imagino as árvores caladas como cadáveres calcinados, os dedos descarnados ainda erguidos como fazem todas as vítimas inocentes.

Não consigo sentir raiva nem ódio, sinto apenas uma imensa vergonha por pertencer a uma geração que recebeu dos pais um bosque ideal para fazer promessas de amor que se pretendem cumprir, que nos momentos de desalento ensinava poesia, onde o musgo acariciava as pedras e as plantas compunham sinfonias de perfume para os pais que não sabem música – e depois… o entregam transformado num monte de gravetos calcinados aos filhos.

Tenho vergonha de pertencer a um povo que aceita a incúria e o crime como uma inevitabilidade e assista a este espectáculo apocalíptico e degradante com a mente torpe de um consumidor de filmes pornográficos.


Posted by Picasa Fogo de há dez anos.
De dez em dez anos... É so o tempo dos eucalíptos crescerem!

segunda-feira, agosto 22, 2005

Point Pleasant Beach

Ontem aproveitámos o calor e o tempo livre do meu tio para irmos conhecer algumas praias da costa leste.

Esta é a Point Pleasant Beach. Foi o primeiro sítio onde o meu tio trabalhou quando veio para os USA.



Há aqui uma pequena diferenca em relacão às praias daí... Aqui a entrada é paga!



Pormenor da porta das casas de banho...Pense antes de mudar de calcões...



Esta é a casa de praia do Bruce Springsteen, segundo o meu tio, ele é natural daqui.



Hoje já é o dia da nossa partida. A estadia aqui foi extremamente agradável, e queria agradecer ao meu tio todos os sacrifícios que fez para nos ter aqui, pois como é uma pessoa que trabalha muito, arranjar tempo livre é-lhe muito complicado.
Quanto a mim, posso agora dizer que já me oriento sozinho por aqui, portanto numa próxima oportunidade já não darei tanto trabalho!
Às pessoas que estão a pensar visitar NY apenas digo que acho que o devem fazer, pois é uma cidade com um ritmo muito prório, e onde os novaiorquinos mostram uma atitude engracada de viver a vida, isto já para não falar nos arranha-céus que são algo de verdadeiramente grandioso.

Obrigado!!!

sábado, agosto 20, 2005

Guggenheim, Harlem.

Para o dia de hoje tínhamos dois objectivos, visitar o Guggenheim Museum e visitar o topo norte de Manhattan, pois era a única zona que nos faltava ver.
Às 10 da manhã já estávamos no Museu, e de facto o edifício em sí é muito curioso.



Infelizmente, não era possivel tirar fotos a nada. Sinceramente não percebo o porquê deste rigor, mas lá acatámos as ordens...
Curiosamente, este museu enquanto tal deixa muito a desejar... Não é que as obras expostas sejam más, longe disso, vimos obras de Picasso, Monet, Manet, Kandinsky, Degas, Cézanne, Van Gogh, etc., simplesmente eram poucas! Para terem uma ideia, demorámos pouco mais de 40 minutos a visitar todo o museu!

De seguida rumámos a norte para visitar o bairro de onde vêm os famosos Globetrotters, o Harlem.
Eis senão quando, desaba uma chuvada nunca vista que simplesmente não parava e que nos deixou encharcados mesmo tendo guarda-chuva! Ainda assim prosseguimos e quando chegámos ao Harlem já não estávamos em condicões para andar muito mais. Sendo assim tivémos que seleccionar o que ver, e a escolha recaiu sobre a Catedral de St. John the Divine.



Mais uma vez a chuva impediu-nos de sequer fotografar decentemente a Catedral, mas a sensacao que se tem é de uma grandiosidade monumental por fora, e de uma pobreza franciscana por dentro. Não havia altar, (era uma tela) e as cadeiras eram individuais e avulsas...
Nos folhetos dizem que é a maior catedral do mundo, e de facto é enorme, mas por estes lados temos sempre que dar um desconto, pois aqui usa-se muito facilmente a palavra Mundo.

sexta-feira, agosto 19, 2005

Upper East and West Side.

Tendo já percorrido o midtown e o downtown faltava-nos agora descobrir as laterais de Manhattan que ficam exactamente nas margens Este e Oeste do Central park.
O nosso objectivo era antes de mais visitar o Guggenheim Museum. Para isso, percorremos a pé grande parte da 5th Av. rumo a norte pois esta avenida faz fronteira a Este com o Central Park.
No caminho ainda fomos vendo partes do Zoo que é uma das muitas atraccões deste parque.



Passámos também junto ao Metropolitan Museum of Art, que para além de estar em obras é tão grande que precisava de vários dias para ser visitado. Assim sendo, ficámo-nos pelo hall de entrada...



Por fim chegámos ao nosso principal destino, mas então deparámo-nos com um problema... Pelos vistos o museu fecha às quintas-feiras... :-(



Depois de reformular o nosso plano para o dia, decidimos ir visitar o outro lado da ilha. Para o fazer, tivemos que atravessar o Central Park aproveitando para ver a zona mais Norte do parque onde se situa um enorme reservatório de água.



Aqui estamos no topo Norte do lago, e ao fundo vêem-se os arranha-céus do Midtown.



A zona Oeste do Uppertown é essencialmente residencial, mas nota-se que está reservada para a classe alta da sociedade. Há muitas zonas verdes e Babysitters a passear as criancas e os cãezinhos.

Este é o monumento em honra dos soldados e marinheiros que fica situado no Riverside Park.



Já na fase do regresso e descendo a Brodway pela zona Oeste, só nos faltava visitar a zona do Lincoln Center. Curiosamente tivémos uma agradável surpresa pois é aqui que se situa todo o centro cultural da cidade, é pena que os roteiros não dêm grande relevo a este centro cultural.

A famosa Julliard School. (concorrente da École Normale de Paris)



Tudo no mesmo largo, a New York City Opera...




E mesmo ao lado a Metropolitan Opera House.



Até amanhã!

quinta-feira, agosto 18, 2005

Empire State Building, Nacões Unidas, Wall Street.

Hoje foi um dia muito preenchido. Aproveitámos o melhor dia em termos de visibilidade para fazer a tão aguardada visita ao Edifício mais alto de Manhattan, o Empire State Building. Só posso dizer que a espera valeu bem a pena, mas vocês também poderão comprovar isso.


sudeste Norte
Oeste Oeste (Newark ao fundo)
Sudoeste Sul
Para baixo...

Depois disto, fomos ver onde trabalha o Guterres! A sede da ONU.



Visto de cima parece mais pequeno...



Depois apanhámos o metro para o extremo Sul da ilha para ver a única parte desta zona que nos faltava.

Trinity Church.



Logo em frente a famosa Wall Street.



A Bolsa de valores.



Por último, a US Custom House.



Bye!

quarta-feira, agosto 17, 2005

Soho, Tribeca e Civic Center

No dia de hoje as temperaturas estavam mais amenas, o céu estava muito carregado e a chuva foi sempre uma ameaca. Sendo assim optámos por percorrer bairros mais residenciais, o que não deixou de ser interessante.

O bairro de Soho fica já na parte sudoeste de Manhattan. É sem dúvida um dos bairros mais chiques de NY e tem lojas de fazer perder a cabeca e a bolsa. Foi lá que encontrámos a primeira celebridade, a famosa actiz Uma Thurman...
A arquitectura tem muito ferro e faz lembrar os cenários de muitos filmes de hollywood.

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Tribeca é outro bairro residencial, menos chique, que fica a sul do Soho. Estes dois bairros são separados pela Canal St. que vai desaguar em plena Chinatown. Nesta rua pode comprar-se qualquer tipo de falsificacões, muitos chinocas quiseram vender-me Rolex's por 35 dollars!

Seguidamente continuámos em direccão a sul pela Broadway até uma zona que é conhecida por Civic Center, pois tem aqui as instituicões e autoridades da cidade.

Passámos por mais um arranha-céus famoso, o Woolworth Buildung.



Mesmo em frente temos o City Hall (a Câmara Municipal).



E logo ao lado temos o Surrogate's Court. Um Tribunal que deve ter alguma competência especializada. Dizem que é o Hall of records. O tio diz que este Tribunal tem competência a nível de matéria sucessória.

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Mesmo ao lado temos o imperssionante edifício a que chamam Municipal Building, e o County Courthouse.



Já à vinda passámos por mais uma Igreja, esta por sinal ainda menos interessante que a St. Patrick's Cathedral, é a St. Paul's Chapel.



Como estávamos perto da parte Este de Manhattan via-se já a Brooklin Bridge, que faz a passagem da ilha para o bairro que tem o mesmo nome da ponte.



Por último fomos apanhar o comboio para Newark ao World Trade Center, e daqui dava para ter mais nocão do palco da tragédia...



See you tomorrow!